MANUAL DA MALDADE HUMANA
Volume I
INSTRUÇÕES DE COMO ENVENENAR ONE’S MAN HEART
(Adaptively
para ONE’S WOMAN HEART)
A priori
Prologo
Ajoelhem-se
Mortais
Durante
muito tempo observamos a pratica da maldade entre os seres humanos e seus
catastróficos efeitos. O Rei dos Animais, Homens e Mulherres tem realizado grandes aprimoramentos
nesse campo, quando você pensa que já viu tudo, sempre surge um novo rebento ou
rebenta com novas táticas e tramóias que elevam a prática da maldade a
patamares mais elevados. tudo sob o manto silencioso das vontades e das motivações. Todos os atos humanos possuem uma motivação, em Português mais claro : todos possuem um esqueleto dentro de um cadáver, oooopppssss !!
Que importa ? Será possível transformar a Natureza Humana ? Depura-la de suas impurezas e defeitos ?
Capítulo 1
Sinais e Sintomas da Presença da
Maldade nos Ambientes
Estas são as ferramentas para se chegar a um diagnóstico de uma situação e de doençãs, a Semiologia possui ferramentas de Análise Comportamental. Contudo, há controvérsias :
De onde
surgem essas raízes que se espraiam por entre as relações sociais e familiares
e de trabalho ?
É possível detectar a presença da Maldade e seus sinais nos
atos e comportamentos dos seres humanos ?
É possível detectar os sinais e
sintomas da maldade nos ambientes diversos do dia a dia através das
manifestações através de palavras, comentários, olhares e trejeitos das pessoas
que o rodeiam ??
Ambience, Meio Ambiente e Habitat - As Células
1. 1. NO CASAMENTO : Um velho conhecido
meu, após alguns anos de casamento ficou viúvo e caiu em grande desespero
perante aquele verdadeiro infortúnio que o acometera, após o evento fatídico,
permaneceu por cerca de 2 anos vivendo de forma desregrada mal conseguindo
trabalhar até que retornou, digamos assim, a normalidade, se é possível existir
tal estado de coisas. Um dia belo e rotineiro decidiu que não poderia viver
sozinho e precisava de alguém para carrear os sentimentos de afeição e amor e
partiu novamente em busca da Mulher Amada que, por sinal, parecia estar muito
perto do mesmo, no mesmo ambiente de trabalho. Decidiu que, certo desse a
empreitada , faria de tudo e o impossível para preservar o objeto de seu
carinho e afeição não importando o que ocorresse. Dito e feito, casou novamente
com aquela que parecia ser uma companhia perfeita, trabalhando na mesma empresa
que o mesmo, aparentando ilibada reputação e de família informada como brasileira.Tal união perdurou por 6 longos anos de surpresas e golpes baixos dos
mais variados tipos. Um dos primeiros golpes passou-se da seguinte forma : um
comentário partiu de sua esposa, a décima na verdade, dirigido a primeira
esposa, assim nem mais nem menos a atual esposa disparou a queima roupa,
premeditadamente e friamente :
-“Sabe
que a sua primeira esposa fazia programas com todo mundo na cidade ?”
A
primeira reação nestas situações é a perplexidade e, o susto, seguido de
indignação e raiva, procura-se uma motivação para tal comentário e não se vê e
nem se vislumbra nenhuma para tal manifestação de puro ódio e maldade, é o fel
partindo das pessoas mais próximas e sem aviso com um único objetivo : provocar
sofrimento e dor. Aparentemente são fatos deslocados do convívio do dia a dia e
sem nenhuma explicação coerente e racional mas que denunciam que alguém, no seu
meio social, está destilando poderosas manifestações de maldade.
AS CÉLULAS SOCIAIS
A supressão mental e afetiva de
uma QUEBRA DE TABU OU CÓDIGO já pode ser considerada como uma forma de Patologia Mental
visto que insere-se no Estudo da Etiologia da Mentira, seja, porque as pessoas
mentem. No presente caso, o indivíduo pratica um ato infringindo um código de
conduta existente em uma determinada célula social. Célula Social, entende-se
os diversos ambientes de convivência na órbita social.
Claramente, a primeira célula,
inegavelmente é a FAMILIA. Sem dúvidas, a primeira interação do indivíduo e ao
longo de seu crescimento/desenvolvimento ele ou ela , irá vislumbrar os códigos
existentes no seu meio e aprenderá a respeitá-los ou, os componentes da célula
irão tentar orientá-lo referente ao
aprendizado e prática do mesmo.
E surge , mais tarde, o TRABALHO.
Este, devido ao caráter de sofrimento que possui devido a interpretação
conhecida de que o HOMEM, comerá o pão com o suor do rosto”, imprimiu ao
tabalho uma natureza desagradável, parece que algumas pessoas assim pensam e
assim agem. Por outro lado, o trabalho pode ser recompensador tanto econômica
quanto confortante, se o trabalho é levado a cabo dentro de uma célula aonde a
maioria, pelo menos, gosta do que faz e compartilham das mesmas metas e
compreende que cada um é parte de uma equipe, frutificam os sentimentos de
amizade e até mesmo admiração, um trabalhador sabe que o seu trabalho esta
incompleto pois sua contribuição é uma fase do processo. Se as ações resultam
em sucessos, todos se regozijam e nasce também o companheirismo, um código de
companheirismo pois a célula de trabalho enraíza-se como uma segunda família
pois é ali que se passa a maior parte do dia, MESES E ANOS só retornando, homens e mulheres a
seus lares no final do dia novamente ao convívio com a CÉLULA PRIMA, que já implantou o padrão de códigos de conduta, tanto internos como externos.
Aqueles sentimentos que afloraram
no seio da família e encontraram eco no trabalho, tornam-se TABU seus códigos e
são elementos de identificação dos grupos diversos.
Cabe a questão : quantas órbitas
de células poderia UM INDIVÍDUO ter ou participar ao longo, digamos, de sua
vida adulta, aqui compreendido um período de tempo compreendido 20, até, 60
anos ou mais ???
Pode ou poderia a obediência a Códigos de diversas CÉLULAS levarem a conflitos mentais girando sobre temas como FIDELIDADE, LEALDADE E O QUE MAIS ?? Fica como reflexão a ser realizada.
Poderiam, estes códigos serem
confrontados em uma hipotética decisão de tomada de escolha em determinado
ponto o que levaria então, certamente, a uma QUEBRA DE TABU. Pode ocorrer sim,
que o Indivíduo seja levado a uma situação de se manter em uma célula ou não e
daí, quebrar um código justificadamente.
Em ambientes diferentes e
harmônicos, as células nas quais orbita o indivíduo, não devem se contrapor
umas as outras, seria o caos. Alguns indivíduos parecem desrespeitar os códigos
das células sociais nas quais orbitam através de suas condutas,
comportamentos e pelo que fazem aos outros, tudo baseado na certeza de que
nunca serão punidos ou chamados a justificar seus atos e malfeitos,
fundamentando-se ainda na máxima sofista de que “OS FINS JUSTIFICAM OS
MEIOS” de tal forma que banem
sentimentos afetivos e julgamentos sobre a racionalidade dos seus atos. Se,
repetidos, os atos da quebra de códigos, a cada episódio o Infrator (a) percebe
que pode dar passos maiores do que os iniciais e a partir desse ponto de
convergência, dissipam-se os LIMITES DA ÉTICA e suas normas, códigos como
Pátria, Nação, Familia, Casamento, Fidelidade, Lealdade e mais e mais e mais
outros. Nessa linha de raciocínio,
percebe-se que o Indivíduo perdeu todo o senso de bom senso, sua mente fria e
calculista e premeditada utiliza de todas ferramentas da mentira pois sequer
são desaprovados pelo grupo que constitui a célula, algumas células, por
tolerância, outras por negligência ou, outras, por ainda considerarem os
códigos vigentes, assumem uma atitude de observação e acompanhamento do caso ou
casos.
Um dos códigos existentes e de
grande importância é a CONFIANÇA, quando aliada da LEALDADE, criam-se laços de
grande poder, inabaláveis a despeito de tudo e altamente necessários para
manter a saúde psíquica das células sociais. Quebrados ?? Semeiam-se os males e intrigas no seio das
células, desde as BICELULARES, exemplo, casamento no início, são apenas 2 ali
que decidiram caminhar juntos e, logo, dando tudo certo, suponhamos que dê,
formarão outra célula funcionando harmonicamente com as outras duas que
deixaram para trás, a célula de origem do componente estrutural feminino e, o
masculino.
Fato é que, a QUEBRA DE CONFIANÇA
é uma conseqüência do comportamento predador de um dos indivíduos, movido por
sentimentos de indiferença e descaso, promovendo a dor e sofrimento emocional
das pessoas de uma de suas órbitas, a discórdia e acontecimentos desagradáveis
passam a ocorrer com aumentada freqüência estimuladas por dissimulação e
olhares oblíquos, sorrisos de lábios afinados acompanhados de olhares laterais
e, até mesmo o silêncio com resposta a um diálogo como forma de infernizar o
companheiro (a).
Final do Capítulo I

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