DIARIO DO PODER

sábado, 12 de julho de 2014

Domingo, 13 de Julho de 2014,



MANUAL DA MALDADE HUMANA
Volume I


INSTRUÇÕES DE COMO ENVENENAR ONE’S MAN HEART

(Adaptively  para ONE’S WOMAN HEART)

A priori 

Prologo
Ajoelhem-se Mortais

Durante muito tempo observamos a pratica da maldade entre os seres humanos e seus catastróficos efeitos. O Rei dos Animais, Homens e Mulherres tem realizado grandes aprimoramentos nesse campo, quando você pensa que já viu tudo, sempre surge um novo rebento ou rebenta com novas táticas e tramóias que elevam a prática da maldade a patamares mais elevados. tudo sob o manto silencioso das vontades e das motivações. Todos os atos humanos possuem uma motivação, em Português mais claro : todos possuem um esqueleto dentro de um cadáver, oooopppssss !!
Que importa ? Será possível transformar a Natureza Humana ? Depura-la de suas impurezas e defeitos ?

Capítulo 1


      Sinais e Sintomas da Presença da Maldade nos Ambientes

    Estas são as ferramentas para se chegar a um diagnóstico de uma situação e de doençãs, a Semiologia possui ferramentas de Análise Comportamental. Contudo, há controvérsias :
De onde surgem essas raízes que se espraiam por entre as relações sociais e familiares e de trabalho ? 
É possível detectar a presença da Maldade e seus sinais nos atos e comportamentos dos seres humanos ? 
É possível detectar os sinais e sintomas da maldade nos ambientes diversos do dia a dia através das manifestações através de palavras, comentários, olhares e trejeitos das pessoas que o rodeiam ??

Ambience, Meio Ambiente e Habitat - As Células


1.       1. NO CASAMENTO : Um velho conhecido meu, após alguns anos de casamento ficou viúvo e caiu em grande desespero perante aquele verdadeiro infortúnio que o acometera, após o evento fatídico, permaneceu por cerca de 2 anos vivendo de forma desregrada mal conseguindo trabalhar até que retornou, digamos assim, a normalidade, se é possível existir tal estado de coisas. Um dia belo e rotineiro decidiu que não poderia viver sozinho e precisava de alguém para carrear os sentimentos de afeição e amor e partiu novamente em busca da Mulher Amada que, por sinal, parecia estar muito perto do mesmo, no mesmo ambiente de trabalho. Decidiu que, certo desse a empreitada , faria de tudo e o impossível para preservar o objeto de seu carinho e afeição não importando o que ocorresse. Dito e feito, casou novamente com aquela que parecia ser uma companhia perfeita, trabalhando na mesma empresa que o mesmo, aparentando ilibada reputação e de família informada como brasileira.Tal união perdurou por 6 longos anos de surpresas e golpes baixos dos mais variados tipos. Um dos primeiros golpes passou-se da seguinte forma : um comentário partiu de sua esposa, a décima na verdade, dirigido a primeira esposa, assim nem mais nem menos a atual esposa disparou a queima roupa, premeditadamente e friamente :
-“Sabe que a sua primeira esposa fazia programas com todo mundo na cidade ?”
A primeira reação nestas situações é a perplexidade e, o susto, seguido de indignação e raiva, procura-se uma motivação para tal comentário e não se vê e nem se vislumbra nenhuma para tal manifestação de puro ódio e maldade, é o fel partindo das pessoas mais próximas e sem aviso com um único objetivo : provocar sofrimento e dor. Aparentemente são fatos deslocados do convívio do dia a dia e sem nenhuma explicação coerente e racional mas que denunciam que alguém, no seu meio social, está destilando poderosas manifestações de maldade.
 
AS CÉLULAS SOCIAIS

A supressão mental e afetiva de uma QUEBRA DE TABU OU CÓDIGO já pode ser considerada como uma forma de Patologia Mental visto que insere-se no Estudo da Etiologia da Mentira, seja, porque as pessoas mentem. No presente caso, o indivíduo pratica um ato infringindo um código de conduta existente em uma determinada célula social. Célula Social, entende-se os diversos ambientes de convivência na órbita social.
Claramente, a primeira célula, inegavelmente é a FAMILIA. Sem dúvidas, a primeira interação do indivíduo e ao longo de seu crescimento/desenvolvimento ele ou ela , irá vislumbrar os códigos existentes no seu meio e aprenderá a respeitá-los ou, os componentes da célula irão tentar orientá-lo  referente ao aprendizado e prática do mesmo.
E surge , mais tarde, o TRABALHO. Este, devido ao caráter de sofrimento que possui devido a interpretação conhecida de que o HOMEM, comerá o pão com o suor do rosto”, imprimiu ao tabalho uma natureza desagradável, parece que algumas pessoas assim pensam e assim agem. Por outro lado, o trabalho pode ser recompensador tanto econômica quanto confortante, se o trabalho é levado a cabo dentro de uma célula aonde a maioria, pelo menos, gosta do que faz e compartilham das mesmas metas e compreende que cada um é parte de uma equipe, frutificam os sentimentos de amizade e até mesmo admiração, um trabalhador sabe que o seu trabalho esta incompleto pois sua contribuição é uma fase do processo. Se as ações resultam em sucessos, todos se regozijam e nasce também o companheirismo, um código de companheirismo pois a célula de trabalho enraíza-se como uma segunda família pois é ali que se passa a maior parte do dia, MESES E ANOS só retornando, homens e mulheres a seus lares no final do dia novamente ao convívio com a CÉLULA PRIMA, que já implantou o padrão de códigos de conduta, tanto internos como externos.

Aqueles sentimentos que afloraram no seio da família e encontraram eco no trabalho, tornam-se TABU seus códigos e são elementos de identificação dos grupos diversos.
Cabe a questão : quantas órbitas de células poderia UM INDIVÍDUO ter ou participar ao longo, digamos, de sua vida adulta, aqui compreendido um período de tempo compreendido 20, até, 60 anos ou mais ???
Pode ou poderia a obediência  a Códigos de diversas CÉLULAS levarem a conflitos mentais girando sobre temas como FIDELIDADE, LEALDADE E O QUE MAIS ?? Fica como reflexão a ser realizada.
Poderiam, estes códigos serem confrontados em uma hipotética decisão de tomada de escolha em determinado ponto o que levaria então, certamente, a uma QUEBRA DE TABU. Pode ocorrer sim, que o Indivíduo seja levado a uma situação de se manter em uma célula ou não e daí, quebrar um código justificadamente.
Em ambientes diferentes e harmônicos, as células nas quais orbita o indivíduo, não devem se contrapor umas as outras, seria o caos. Alguns indivíduos parecem desrespeitar os  códigos  das células sociais nas quais orbitam através de suas condutas, comportamentos e pelo que fazem aos outros, tudo baseado na certeza de que nunca serão punidos ou chamados a justificar seus atos e malfeitos, fundamentando-se ainda na máxima sofista de que “OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS”  de tal forma que banem sentimentos afetivos e julgamentos sobre a racionalidade dos seus atos. Se, repetidos, os atos da quebra de códigos, a cada episódio o Infrator (a) percebe que pode dar passos maiores do que os iniciais e a partir desse ponto de convergência, dissipam-se os LIMITES DA ÉTICA e suas normas, códigos como Pátria, Nação, Familia, Casamento, Fidelidade, Lealdade e mais e mais e mais outros.  Nessa linha de raciocínio, percebe-se que o Indivíduo perdeu todo o senso de bom senso, sua mente fria e calculista e premeditada utiliza de todas ferramentas da mentira pois sequer são desaprovados pelo grupo que constitui a célula, algumas células, por tolerância, outras por negligência ou, outras, por ainda considerarem os códigos vigentes, assumem uma atitude de observação e acompanhamento do caso ou casos.
Um dos códigos existentes e de grande importância é a CONFIANÇA, quando aliada da LEALDADE, criam-se laços de grande poder, inabaláveis a despeito de tudo e altamente necessários para manter a saúde psíquica das células sociais. Quebrados ??  Semeiam-se os males e intrigas no seio das células, desde as BICELULARES, exemplo, casamento no início, são apenas 2 ali que decidiram caminhar juntos e, logo, dando tudo certo, suponhamos que dê, formarão outra célula funcionando harmonicamente com as outras duas que deixaram para trás, a célula de origem do componente estrutural feminino e, o masculino.
Fato é que, a QUEBRA DE CONFIANÇA é uma conseqüência do comportamento predador de um dos indivíduos, movido por sentimentos de indiferença e descaso, promovendo a dor e sofrimento emocional das pessoas de uma de suas órbitas, a discórdia e acontecimentos desagradáveis passam a ocorrer com aumentada freqüência estimuladas por dissimulação e olhares oblíquos, sorrisos de lábios afinados acompanhados de olhares laterais e, até mesmo o silêncio com resposta a um diálogo como forma de infernizar o companheiro (a).
Final do Capítulo I  




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